For the complete documentation index, see llms.txt. This page is also available as Markdown.

Modos de Operação e Bandeiras

Esta página detalha os parâmetros centrais para a correta integração com os endpoints EMV: a escolha do modo de operação (mode), o formato do criptograma de resposta (ARC vs CSU) e o mapeamento correto da bandeira do cartão (schemeId).

Modos de Operação

O campo mode é o parâmetro central da integração EMV, pois controla exatamente o que o endpoint fará em uma única chamada. Entender os modos disponíveis evita o envio de requisições com dados faltantes e chamadas desnecessárias ao HSM.

Tabela de Modos Disponíveis

A tabela abaixo relaciona o valor do mode, a operação que ele executa e qual método de ARPC é utilizado:

mode
O que faz
Método ARPC Utilizado

0

Validar ARQC apenas.

-

1

Validar ARQC e gerar ARPC.

Método 1 - ARC

2

Gerar ARPC sem validar ARQC.

Método 1 - ARC

3

Validar ARQC e gerar ARPC.

Método 2 - CSU

4

Gerar ARPC sem validar ARQC.

Método 2 - CSU

5

Validar ARQC e gerar ARPC (ambos os métodos simultaneamente).

Métodos 1 e 2

6

Gerar ARPC sem validar ARQC (ambos os métodos simultaneamente).

Métodos 1 e 2

8

Validar TC ou AAC (encerramento de transação offline).

-

9

Validar TC/AAC e gerar ARPC.

Método 1 - ARC

Método 1 (ARC) vs Método 2 (CSU)

A diferença fundamental entre os métodos de geração de ARPC está na forma como a resposta do emissor é codificada no criptograma :

  • Método 1 — ARC (Authorization Response Code): Utiliza o campo arc, que consiste em um par de bytes em hexadecimal codificando a resposta do emissor segundo a tabela padrão ISO 8583 (tag 8A) . Exemplos comuns: 00 = aprovado, 01 = referir, 05 = negado. É o formato mais amplamente utilizado em fluxos tradicionais de autorização.

  • Método 2 — CSU (Card Status Update): Utiliza o campo csu, composto por quatro bytes em hexadecimal que fornecem informações estendidas sobre o status do cartão, além da própria resposta de autorização .

Quando usar cada método

Obrigatoriedade Condicional de arc e csu

A API valida se os campos arc e csu foram enviados dependendo estritamente do mode escolhido. O não envio gerará falha na requisição:

mode
arc
cs

0

Ignorado

Ignorado

1

Obrigatório

Ignorado

2

Obrigatório

Ignorado

3

Ignorado

Obrigatório

4

Ignorado

Obrigatório

5

Obrigatório

Obrigatório

6

Obrigatório

Obrigatório

9

Obrigatório

Ignorado

Scheme ID e Bandeiras Suportadas

O campo schemeId identifica a variante do esquema criptográfico EMV que o cartão utiliza. Note que o mesmo número de cartão (PAN) pode estar vinculado a esquemas diferentes dependendo da bandeira, versão e do CVN (Cryptogram Version Number).

Tabela de Scheme IDs

schemeId
Esquema
Observações

0

Visa VIS (CVN 10 ou 17)

Esquema Visa tradicional, amplamente utilizado em crédito e débito Visa.

1

Mastercard M/Chip (CVN 10 ou 11)

Esquema Mastercard tradicional.

2

American Express AEIPS

Esquema proprietário American Express.

3

Mastercard M/Chip com PAN length

Variação do esquema M/Chip que inclui o tamanho do PAN no cálculo.

5

Visa VIS com PAN length

Variação do esquema VIS que inclui o tamanho do PAN.

6

JCB

Esquema JCB.

7

Discover

Esquema Discover.

9

Visa qVSDC

Esquema Visa contactless, típico de transações sem contato e tokenizadas.

A

Mastercard PayPass

Esquema Mastercard contactless (PayPass).

Relação entre Brand e Scheme ID:

O campo brand aceita exclusivamente os valores MASTERCARD, VISA e AMEX, sendo utilizado para a seleção do perfil mestre no HSM. O schemeId, por sua vez, atua como um refinamento da variante criptográfica.

Nota sobre outras bandeiras: Embora a tabela de schemeId suporte esquemas como JCB (6) e Discover (7), e existam menções comerciais a bandeiras como Elo e Hipercard, esses nomes não são valores válidos atualmente para o campo brand na requisição. É fundamental garantir que a combinação enviada entre o brand (limitado aos três valores aceitos) e o schemeId seja consistente com o cartão para evitar erros de validação.

Last updated